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Se um hacker de 16 anos invade até a Microsoft, o que ele pode fazer com sua empresa?

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Apesar de não ser muito noticiado na mídia tradicional o nome Lapsus$ está em alta no mundo da cibersegurança.
Isso porque o Lapsus$ é um grupo de hackers que roubaram dados de gigantes como Microsoft, Samsung e Nvidia, entre outros.

O curioso é que os integrantes do grupo são adolescentes do Brasil e do Reino Unido com idades entre 16 e 21 anos. Inclusive a polícia inglesa já prendeu 7 deles sob acusações de “acesso não autorizado a um computador com a intenção de prejudicar a confiabilidade dos dados, fraude por falsa representação e acesso não autorizado a um computador com a intenção de impedir o acesso aos dados”.

 

 

 

Conforme repostado pela Microsoft em seu blog, o Lapsus$ utiliza-se de diversos métodos de engenharia social em seus ataques, como, por exemplo via celular, com troca de chips de telefone para facilitar a invasão de contas e via e-mail, acessando as contas particulares de empregados.

 

 

 

Além disso, eles também usavam seu canal no Telegram, que tem mais de 45.000 inscritos, para recrutar empregados, fornecedores e parceiros das companhias que tinham como alvo e até mesmo pagar pelos seus dados de acesso a redes e sistemas e códigos de autenticação em 2 fatores.

Com essas táticas, o Lapsus$ conseguiu acessar e roubar dados de organizações consideradas líderes em cibersegurança no mundo, como podemos ver na tabela abaixo:

 

Por fim, a Microsoft reforça que as melhores proteções contra hackers que se utilizam de engenharia social são:

 – Investir na implementação de autenticação multifatores:

 

Mesmo o Lapsus$ tentando driblar esse recurso, a autenticação multifatores continua sendo um dos pilares de segurança de acesso, não apenas para empregados, mas também para fornecedores e parceiros.
Além disso, ainda é recomendado optar por autenticadores e evitar o uso de métodos que podem ser facilmente hackeados, como SMS, notificações por push e e-mails secundários.

 

 

 

 

 – Reforçar o monitoramento de rede:

 

Com o uso de dados de acesso legítimos, as atividades dos hackers podem não levantar alertas por parecerem consistentes com o uso habitual dos usuários.
Portanto, é necessário rever as configurações das notificações, aumentando o rigor dos alertas e classificação de risco dos usuários.

 

 

 

 – Educar sobre ataques de engenharia social:

 

Criar uma cultura empresarial que informa e educa a respeito das diversas formas de ataques que se utilizam de engenharia social e incentivar que comunicações e mensagens que geram suspeitas sejam relatadas aos responsáveis.

 

 

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Fonte: Microsoft

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